sexta-feira, janeiro 08, 2010

Perante a própria Doutrina

Perante a própria Doutrina


    Apagar as discussões estéreis, esquivando-se à criação de embaraços que prejudiquem o desenvolvimento sadio da obra doutrinária.
    O espírito da verdadeira fraternidade funde todas as divergências.
    Não restringir a prática doutrinária exclusivamente ao lar, buscando contribuir, de igual modo, na seara espírita de expressão social, auxiliando ainda a criação e a manutenção de núcleos doutrinários no ambiente rural.
    Todos estamos juntos nos débitos coletivos.
    Orar por aqueles que não souberem ou não puderem respeitar a santidade dos postulados espíritas, furtando-se de apreciar-lhes a conduta menos feliz, para não favorecer a incursão da sombra.
    O comentário em torno do mal, ainda e sempre, é o mal a multiplicar-se.
    Desapegar-se da crença cega, exercitando o raciocínio nos princípios doutrinários, para não estagnar-se nas trevas do fanatismo.
    Discernimento não é simples adorno.
    Antes de criticar as instituições espíritas que julgue deficientes, contribuir, em pessoa, para que se ergam a nível mais elevado.
    Quem ajuda, aprecia com mais segurança.
    Auxiliar as organizações espiritualistas ou as correntes filosóficas que ainda não recebem orientação genuinamente espírita, compreendendo, porém, que a sua tarefa pessoal já está definida nas edificações da Doutrina que abraça.
    O fruto não amadurece antes do tempo.
    Recordar a realidade de que o Espiritismo não tem chefes humanos e de que nenhum dos seareiros do seu campo de multiformes atividades é imprescindível no cenário de suas realizações.
    Cristo, nosso Divino Orientador, não vive ausente.
    Que fazeis de especial? - Jesus. (MATEUS, 5:47.)

    Livro: Conduta Espírita
    André Luiz & Waldo Vieira

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